“Nem uma a menos” foi o grito que há mais de uma década sacudiu as nossas geografias, ativando um novo impulso feminista à escala global. A politização da violência patriarcal contra as mulheres e pessoas com dissidência de género tem andado de mãos dadas com a visibilização de como esta violência se entrecruza com outras de raiz económica e colonial. Partimos da aposta por uma justiça transformadora, que não reforce a lógica punitiva do Estado nem faça crescer a já gigantesca indústria carcerária, de uma escuta comprometida para com quem vive em primeira pessoa os efeitos letais da criminalização da pobreza. Queremos explorar formas de acompanhamento e reparação do dano que desfaçam, ao mesmo tempo, a matriz patriarcal e racista da dominação e quebrem a cadeia de reprodução da violência.
Feminismos criminológicos
taller2022-03-16T23:27:18+01:00En "Feminismos criminológicos", Fernanda Martins busca identificar cómo las alianzas feministas han producido nuevas estrategias para resistir la violencia de género sin negociar con dispositivos de castigo. Para ello, los feminismos son tomados como las experiencias políticas de la suma de cuerpos que se materializan desafiando los conjuntos normativos del patriarcado colonial. Los feminismos se interpretan aquí como prácticas de contrapoder capaces de asumir nuevas formas de vida en este [...]
