Nos últimos anos, o movimento feminista transnacional ergueu como bandeira a luta contra a dívida. Gritámos e escrevemos nas paredes: “Vivas, livres e desendividadas nos queremos! Nós contra a dívida! Devem-nos uma vida! Não devemos, não pagamos!”. Propomo-nos fazer um mapeamento e levantamento das lutas contra o extrativismo financeiro em diferentes territórios, e encontrar os seus pontos de ligação, que vão dos processos de urbanização nas periferias de Buenos Aires à luta contra os despejos em Madrid, passando pelos processos de espoliação de serviços públicos e de endividamento público e privado.