Como articular reflexões e práticas feministas capazes de enfrentar os desafios que nos coloca, à escala planetária, o regime da guerra, as cadeias globais de abastecimento, a fronteirização, as alterações climáticas e a restauração patriarcal? Que tipo de articulações situadas são necessárias? Entendemos o internacionalismo como um método concreto para enfrentar estas questões. A partir de um olhar situado e translocal, aprofundamos a leitura feminista do contexto atual e produzimos diagnósticos em movimento. Pomos em circulação chaves analíticas, intensificamos as conversas e contribuímos para a circulação de saberes e modos de fazer de baixo para baixo. Tudo isto numa dinâmica virtuosa, que reforça as tramas de cooperação entre pessoas e coletivas feministas que combinam o enraizamento territorial com o olhar global.