{"id":1748,"date":"2022-03-16T20:35:11","date_gmt":"2022-03-16T19:35:11","guid":{"rendered":"https:\/\/tallertraficantes.net\/laboratoria\/?post_type=avada_portfolio&#038;p=1748"},"modified":"2022-03-16T20:50:52","modified_gmt":"2022-03-16T19:50:52","slug":"organizarse-es-empezar-a-vencer-algunas-notas-desde-las-ii-jornadas-de-feminismo-sindicalista","status":"publish","type":"avada_portfolio","link":"https:\/\/laboratoria.red\/pt-br\/publicacion\/organizarse-es-empezar-a-vencer-algunas-notas-desde-las-ii-jornadas-de-feminismo-sindicalista\/","title":{"rendered":"\u201cOrganizar-se \u00e9 come\u00e7ar a vencer\u201d. Algumas notas da 2\u00aa Encontro sobre Feminismo Sindicalista"},"content":{"rendered":"<h3>Laborat\u00f3ria do Sul da Europa<\/h3>\n<div id=\"attachment_1715\" style=\"width: 211px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1715\" class=\"size-medium wp-image-1715\" src=\"https:\/\/tallertraficantes.net\/laboratoria\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0775-201x300.jpg\" alt=\"\" width=\"201\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0775-200x299.jpg 200w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0775-201x300.jpg 201w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0775-400x598.jpg 400w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0775-600x897.jpg 600w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0775-685x1024.jpg 685w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0775-768x1149.jpg 768w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0775-800x1196.jpg 800w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0775-1027x1536.jpg 1027w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0775-1200x1795.jpg 1200w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0775-1369x2048.jpg 1369w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0775-scaled.jpg 1712w\" sizes=\"(max-width: 201px) 100vw, 201px\" \/><p id=\"caption-attachment-1715\" class=\"wp-caption-text\">Tatiana Romero en la asamblea &#8220;Hacia una intersindical feminista&#8221;. Foto: Lotta Tenhuenen<\/p><\/div>\n<p>La Laboratoria, desde seu n\u00f3 de Madri, vem incitando pensamentos e encontros a partir de um feminismo sindicalista que, sob diferentes nomes, h\u00e1 dois anos est\u00e1 abrindo caminho em nosso territ\u00f3rio e al\u00e9m. Entendemos que \u201csomos todas trabalhadoras\u201d porque dedicamos todo nosso tempo e for\u00e7a para sustentar nossas vidas e daquelas pessoas que nos rodeiam, enfrentando as m\u00faltiplas e entrela\u00e7adas opress\u00f5es e explora\u00e7\u00f5es que o processo da Greve Feminista nos ajudou a revelar, como papel de tornassol. V\u00e1rios grupos compartilharam essa mesma intui\u00e7\u00e3o na <a href=\"https:\/\/tallertraficantes.net\/laboratoria\/actividad\/jornadas-el-feminismo-sindicalista-que-viene-trabajadoras-somos-todas\/\">I las Jornadas \u201cEl feminismo sindicalista que viene\u201d<\/a> no outono de 2020. S\u00e3o coletivos cujo feminismo \u00e9 tecido no dia-a-dia, em uma pr\u00e1xis entre o comunit\u00e1rio e o sindical.<\/p>\n<p>Um ano e meio depois, e ap\u00f3s um processo de autoavalia\u00e7\u00e3o que nos ajudou a calibrar melhor os desejos e necessidades dos coletivos em luta, celebramos em Madri, entre 16 e 21 de fevereiro de 2022, a <a href=\"https:\/\/tallertraficantes.net\/laboratoria\/actividad\/organizarse-es-empezar-a-vencer-ii-jornadas-por-un-feminismo-sindicalista\/\">II Jornadas por un feminismo sindicalista<\/a>, com a alegria de nos encontrarmos pessoalmente ap\u00f3s o isolamento da pandemia e com a urg\u00eancia da dureza das nossas condi\u00e7\u00f5es de vida. O objetivo: tra\u00e7ar maneiras de estar mais conectadas, compartilhar redes e recursos, apoiar umas \u00e0s outras em cada uma de nossas lutas. No La Laboratoria-Madrid pensamos que todas essas lutas de base j\u00e1 compartilham uma forma de a\u00e7\u00e3o e um campo de batalha.<\/p>\n<p>Feministas marxistas, ecofeminismos, os chamados feminismos do Terceiro Mundo, feminismos p\u00f3s-coloniais e descoloniais nos ensinaram que, al\u00e9m da explora\u00e7\u00e3o salarial, h\u00e1 uma imensa apropria\u00e7\u00e3o do trabalho n\u00e3o remunerado, todo o trabalho de cuidado tradicionalmente realizado pelas mulheres (e que se soma \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o da natureza). H\u00e1 tamb\u00e9m extra\u00e7\u00e3o por d\u00edvida, extra\u00e7\u00e3o de nossos estilos de vida e cria\u00e7\u00f5es coletivas, extra\u00e7\u00e3o da mobiliza\u00e7\u00e3o permanente de nossa energia e trabalho para sobreviver.<\/p>\n<p>Os feminismos negros tamb\u00e9m nos ensinaram que essa explora\u00e7\u00e3o assalariada, a apropria\u00e7\u00e3o do trabalho n\u00e3o remunerado e o extrativismo, \u00e9 diferente segundo uma hierarquia racial que vem da col\u00f4nia e que \u00e9 a forma de organiza\u00e7\u00e3o da acumula\u00e7\u00e3o capitalista, n\u00e3o algo tangencial, mas constitutivo, imprescind\u00edvel para acumula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os feminismos marxistas e as economias feministas nos ensinaram que os pap\u00e9is normativos sexo-g\u00eanero cumprem uma fun\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica: para as mulheres, colocar o cuidado acima dos pr\u00f3prios desejos, seja cuidar material e emocionalmente, ou trabalhar em qualquer coisa para sustentar crian\u00e7as e idosos; para os homens, levar para casa o sal\u00e1rio principal, o sustento monet\u00e1rio da fam\u00edlia. Somos educadas nestes pap\u00e9is sexo-g\u00eanero desde o nascimento, mas quando essa educa\u00e7\u00e3o falha, quando a desobedecemos, a viol\u00eancia vem; e escapar dessa viol\u00eancia se torna muito dif\u00edcil quando somada \u00e0 precariedade, \u00e0 falta de trabalho e de casa e \u00e0 quest\u00e3o da guarda de filhas e filhos, o grande medo de perder as crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Historiadoras feministas nos ensinaram que esses pap\u00e9is sexo-g\u00eanero com fun\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica nem sempre existiram em sua forma atual. Elas nos dizem que esse regime de acumula\u00e7\u00e3o come\u00e7ou com a desapropria\u00e7\u00e3o dos meios de reprodu\u00e7\u00e3o, a perda da terra e dos bens comuns: a chamada acumula\u00e7\u00e3o original, que come\u00e7ou na Idade Moderna. E continua at\u00e9 os dias atuais, como vemos na continua\u00e7\u00e3o da desapropria\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica Latina e em muitos outros lugares do mundo.<\/p>\n<p>\u00c9 por isso que nestas Confer\u00eancias n\u00e3o encontramos apenas grupos que lutam no campo assalariado, mas uma ampla gama de lutas feministas anticapitalistas com todas as letras, dentro e fora de um campo de trabalho cada vez mais turvo. E fazemos isso com a convic\u00e7\u00e3o de que as lutas que n\u00e3o t\u00eam explicitamente o emprego em seu centro n\u00e3o s\u00e3o lutas setoriais, menores ou divisivas; n\u00e3o s\u00e3o lutas que apontam para algo sobreposto ao capitalismo, algo parcial, mas o pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o do capitalismo: o modo como ele constr\u00f3i hierarquias sobre as quais acumula diferencialmente, sem as quais a pr\u00f3pria acumula\u00e7\u00e3o n\u00e3o seria poss\u00edvel (imaginemos que os patr\u00f5es do mundo teve que pagar pelo trabalho de cuidado massivo n\u00e3o remunerado em que se baseiam seus lucros) e que s\u00e3o a base pol\u00edtica para a pr\u00f3pria dificuldade de lutarmos juntas.<\/p>\n<p>Vemos a luta anticapitalista na disputa para sermos menos dependente dos sal\u00e1rios, para construir nossos meios de produ\u00e7\u00e3o, como faz o <a href=\"https:\/\/nodocarabanchel.net\/\">N\u00f3 de Produ\u00e7\u00e3o no bairro de Carabanchel<\/a>, em Madri. Ou na luta por moradia e eletricidade, para desmantelar a rela\u00e7\u00e3o salarial como a \u00fanica leg\u00edtima para o acesso ao que precisamos para viver, como faz a <a href=\"https:\/\/www.elsaltodiario.com\/movimientos-sociales\/entrevista-houda-akrikrez-canada-es-mi-barrio-mi-identidad\">Associa\u00e7\u00e3o Tabadol de La Ca\u00f1ada Real em Madri<\/a>, ou os movimentos pelo direito \u00e0 moradia como a <a href=\"https:\/\/afectadosporlahipoteca.com\/\">Plataforma de Atingidxs por Hipoteca<\/a> ou os sindicatos de inquilinos. Ou na luta contra essa viol\u00eancia que busca nos vincular a papeis de sexo-g\u00eanero e raciais, que visa n\u00e3o mover nenhuma de nossas caixinhas assignadas: da viol\u00eancia sexista \u00e0s batidas policiais contra as economias populares ou a ilegalidade produzida pela Lei de Estrangeiros. <a href=\"https:\/\/pumarejo.org\/mujeres-supervivientes\/\">Mulheres sobreviventes de Sevilha<\/a> ou <a href=\"https:\/\/estructurespopulars.org\/aamas\/\">AAMAS da Rede de estruturas populares e comunit\u00e1rias de Manresa<\/a> enfrentam essa viol\u00eancia e o fazem coletivamente, criando e engrossando o tecido social.<\/p>\n<p>E \u00e9 que todos os coletivos que nos encontramos nas Jornadas consideram essencial construir e fortalecer comunidades, redes sociais e apoio m\u00fatuo, que nos tornem mais fortes, mais aut\u00f4nomas, contra toda explora\u00e7\u00e3o e apropria\u00e7\u00e3o, e nos permitam imaginar e colocar em pr\u00e1tica novas formas de relacionamento e de vida. Chamamos essas lutas anticapitalistas, baseadas no apoio m\u00fatuo e na a\u00e7\u00e3o direta, que criam comunidades, que trazem pr\u00e1ticas comunit\u00e1rias de outras partes do mundo e inventam novas rela\u00e7\u00f5es de coopera\u00e7\u00e3o em autonomia, de feminismo sindicalista. Fazemos isso sem a pretens\u00e3o de ser um nome can\u00f4nico: fazemos isso para nos sentirmos mais juntas.<\/p>\n<p>Estas Jornadas foram mais um pequeno passo neste sentimento de estarmos mais juntas, de conhecer os nossos nomes e as nossas caras, de partilharmos o nosso poder e os nossos desafios. Decidimos estabelecer formas permanentes de comunica\u00e7\u00e3o entre n\u00f3s, colocarmos por escrito nossas demandas mais b\u00e1sicas, reunirmos os recursos e as redes que temos e come\u00e7armos a pensar em modelos organizacionais que possam nos fortalecer. Porque se organizar \u00e9 come\u00e7ar a vencer e, tamb\u00e9m, come\u00e7ar a viver de outra maneira.<\/p>\n<p>Este texto \u00e9 resultado de uma parceria entre a <a href=\"https:\/\/revistacult.uol.com.br\">RevistaCult <\/a>e a La Laboratoria: espacio transnacional de investigaci\u00f3n feminista<\/p>\n\n\t\t<style type=\"text\/css\">\n\t\t\t#gallery-1 {\n\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\twidth: 33%;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 img {\n\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t}\n\t\t\t\/* see gallery_shortcode() in wp-includes\/media.php *\/\n\t\t<\/style>\n\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-1748 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a data-rel=\"iLightbox[postimages]\" data-title=\"DSC_0467\" data-caption=\"Taller &quot;Acompa\u00f1ar sin victimizar&quot;\" href='https:\/\/laboratoria.red\/pt-br\/publicacion\/organizarse-es-empezar-a-vencer-algunas-notas-desde-las-ii-jornadas-de-feminismo-sindicalista\/dsc_0467-2\/'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0467-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-1-1714\" srcset=\"https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0467-66x66.jpg 66w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0467-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-1714'>\n\t\t\t\tTaller &#8220;Acompa\u00f1ar sin victimizar&#8221;\n\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a data-rel=\"iLightbox[postimages]\" data-title=\"DSC_0387\" data-caption=\"Momentos de conversaci\u00f3n durante la Escuelita Sindical Feminista\" href='https:\/\/laboratoria.red\/pt-br\/publicacion\/organizarse-es-empezar-a-vencer-algunas-notas-desde-las-ii-jornadas-de-feminismo-sindicalista\/dsc_0387-2\/'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0387-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-1-1711\" srcset=\"https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0387-66x66.jpg 66w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0387-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-1711'>\n\t\t\t\tMomentos de conversaci\u00f3n durante la Escuelita Sindical Feminista\n\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a data-rel=\"iLightbox[postimages]\" data-title=\"DSC_0816\" data-caption=\"Diferentes momentos de la Escuelita Sindical Feminista, desarrollada en el marco de las II Jornadas de Feminismo Sindicalista\" href='https:\/\/laboratoria.red\/pt-br\/publicacion\/organizarse-es-empezar-a-vencer-algunas-notas-desde-las-ii-jornadas-de-feminismo-sindicalista\/dsc_0816-2\/'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0816-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-1-1720\" srcset=\"https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0816-66x66.jpg 66w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0816-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-1720'>\n\t\t\t\tDiferentes momentos de la Escuelita Sindical Feminista, desarrollada en el marco de las II Jornadas de Feminismo Sindicalista\n\t\t\t\t<\/dd><\/dl><br style=\"clear: both\" \/>\n\t\t<\/div>\n\n<p><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-1755 aligncenter\" src=\"https:\/\/tallertraficantes.net\/laboratoria\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0287-2-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"676\" height=\"451\" srcset=\"https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0287-2-200x133.jpg 200w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0287-2-300x200.jpg 300w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0287-2-400x267.jpg 400w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0287-2-600x400.jpg 600w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0287-2-768x512.jpg 768w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0287-2-800x533.jpg 800w, https:\/\/laboratoria.red\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/DSC_0287-2-1024x683.jpg 1024w, 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